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VOLEIBOL CARACTERÍSTICAS
DO JOGO
O voleibol
é um esporte jogado entre duas equipes numa quadra dividida por uma rede.
Existem diferentes sistemas específicos desse jogo. Conforme as circunstâncias,
aplicam-se diferentes sistemas ao jogo, cabendo aos participantes escolher a
melhor forma de executá-los. O objetivo
do jogo é fazer a bola cair no campo do adversário, enviando-a por cima da
rede e impedir que isto aconteça no seu próprio campo. Cada equipe dispõe de
três toques para devolvê-la à quadra adversária (além do toque no
bloqueio). A bola é
colocada em jogo com um saque: o jogador golpeia a bola enviando-a por cima da
rede para a quadra adversária. A bola continua em jogo até que caia dentro da
quadra, vá para “fora” ou a equipe não a devolva corretamente para a
quadra oposta. No
voleibol, o time que ganha um rally marca um ponto ( Sistema de Ponto por
Rally ). Quando a equipe receptora
ganha um rally, ganha um ponto e o direito de sacar, e seus jogadores mudam de
posição, efetuando um movimento de rotação sempre no sentido dos ponteiros
do relógio. SEÇÃO
I -
O JOGO Capítulo
1
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS 1.
ÁREA DE JOGO (Diagramas 1 e 2) A área de
jogo compreende a quadra de jogo e a zona livre. Ela deve ser retangular e simétrica. 1.1
DIMENSÕES A quadra de jogo é um retângulo medindo 18m x 9m, circundada por uma zona livre com, no mínimo, 3m de largura. O espaço livre de jogo é todo o espaço situado acima da área de jogo, livre de qualquer obstáculo, devendo medir, no mínimo, 7m de altura, a partir do solo. Nas Competições
Mundiais e Oficiais da FIVB, a zona livre deve ser de, no mínimo, 5m a partir
das linhas laterais e de 8m a partir das linhas de fundo. O espaço livre de
qualquer obstáculo, medido da superfície da quadra, deve ser de, pelo menos,
12,5m de altura. 1.2
SUPERFÍCIE DO JOGO 1.2.1
A superfície deve ser plana, horizontal, uniforme e não deve apresentar
qualquer perigo de lesão aos jogadores. É proibido jogar sobre uma superfície
rugosa ou escorregadia. Para
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, somente as superfícies de madeira ou
sintéticas são permitidas. Qualquer outra superfície deve ser previamente
aprovada pela FIVB. 1.2.2
Em quadras cobertas, a superfície de jogo deve ser de cor clara. Nas Competições
Mundiais e Oficiais da FIVB, exige-se que as linhas demarcatórias sejam
brancas. O piso da quadra de jogo e a zona livre devem ser, obrigatoriamente, de
cores diferentes. 1.2.3
Nas quadras em recintos abertos, autoriza-se uma inclinação da superfície de
jogo de 5mm por metro para drenagem. As linhas da quadra, feitas de material sólido,
são proibidas. 1.3
LINHAS DA QUADRA 1.3.1
Todas as linhas têm uma largura de 5cm. Devem ser de cor clara, diferente das
cores do piso da quadra e de quaisquer outras linhas. 1.3.2
Linhas de delimitação
Duas linhas laterais e duas linhas de fundo delimitam a quadra. As linhas de
fundo e laterais estão inseridas na dimensão da quadra de jogo. 1.3.3
Linha Central
O eixo da linha central divide a quadra de jogo em duas quadras de
medidas iguais, tendo, cada uma, 9m x 9m. Esta linha estende-se por sob a rede,
de uma linha lateral até a outra.
1.3.4
Linha de Ataque
Em cada quadra, uma linha de ataque é colocada, a 3m do eixo da linha central,
determinando a zona de ataque ( Regra 1.4.1). Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, a linha de ataque é prolongada em
ambos os lados da quadra, pela adição de 5 pequenas linhas de 15cm de
comprimento por 5cm de largura e com 20cm de afastamento entre cada uma,
perfazendo um total de 1.75m de extensão. 1.4
ZONAS E ÁREAS 1.4.1
Zona de ataque
Em cada quadra a zona de ataque é limitada pelo eixo da linha central e a linha
de ataque traçada 3m atrás deste eixo (com a largura da linha incluída). Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, a linha de ataque é prolongada em
ambos os lados da quadra, adicionando-se 5 pequenas linhas de 15cm de
comprimento por 5cm de largura e 20cm de distância entre cada uma, perfazendo
um total de 1,75m de extensão. Considera-se
que a zona de ataque estende-se além das linhas laterais até o final da zona
livre. 1.4.2
Zona de saque A
zona de saque tem 9m de largura atrás da linha de fundo. Ela
é delimitada, lateralmente, por duas pequenas linhas, cada uma com 15cm de
extensão, colocadas 20cm após a linha de fundo como uma extensão das linhas
laterais. Ambas as linhas estão incluídas na largura da zona de saque. Na
profundidade, a zona de saque estende-se até o final da zona livre. 1.4.3
Zona de substituição A
zona de substituição é delimitada pelo prolongamento das linhas de ataque até
a mesa do apontador. 1.4.4
Área de aquecimento Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB as áreas de aquecimento medem
aproximadamente 3m x 3m e devem estar localizadas nos cantos da área de jogo,
ao lado dos bancos de reservas, fora da zona livre (Diagrama 1). 1.4.5
Áreas de Penalidade As
áreas de penalidades, com aproximadamente 1 x 1 m e equipadas com duas (2)
cadeiras, estão localizadas atrás de cada banco das equipes (Diagrama 1).
Elas são limitadas por linhas vermelhas de 5cm de largura. Nas
Competições Nacionais realizadas em quadras com pouco espaço livre, será
considerado como área de penalidade o próprio vestiário da equipe. 1.5
TEMPERATURA A
temperatura mínima não pode ser inferior a 10º C (50º F). Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, a temperatura máxima não pode ser
superior a 25º C (77º F) e a mínima não pode ser inferior a 16º C (61º F).
1.6
ILUMINAÇÃO Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, jogadas em quadra fechada, a iluminação
na área de jogo deve ter de 1.000 luxes a 1.500 luxes, medida a 1m acima da
superfície da área de jogo.
2.
REDE E POSTES (Diagrama 3) 2.1
ALTURA DA REDE 2.1.1 Uma rede é
instalada verticalmente sobre o eixo da linha central. A altura da rede deve ser
de 2,43m para as equipes masculinas e de 2,24m para as equipes femininas. 2.1.2 Esta altura
é medida no centro da quadra de jogo. As duas extremidades da rede (acima das
linhas laterais) devem estar na mesma altura e não podem exceder a altura
regulamentar em mais de 2cm. 2.2
ESTRUTURA
A rede mede 1m de largura por 9,50m de comprimento e é feita em malhas na cor
preta formando quadrados de 10cm de lado (Diagrama 3).
Na parte superior há uma faixa horizontal branca, de 5cm de largura, feita de
uma tela dobrada ao meio e que é costurada ao longo do comprimento da rede. Em
cada extremidade da parte superior da rede há uma abertura através da qual
passa uma corda que a prende aos postes para mantê-la esticada.
Dentro desta faixa passa um cabo flexível que prende a rede aos postes e mantém
sua parte superior esticada.
Na parte inferior da rede (sem faixa horizontal) uma corda passa através das
malhas a fim de amarrá-la aos postes e manter a parte inferior esticada. 2.3
FAIXAS LATERAIS
Duas faixas brancas são colocadas verticalmente na rede, diretamente acima de
cada linha lateral.
Elas medem 5cm de largura e 1m de comprimento e são consideradas parte
integrante da rede. 2.4
ANTENAS
A antena é uma vara flexível medindo 1,80m de comprimento e 10mm de diâmetro.
Ela é feita de fibra de vidro ou material similar.
Duas antenas são fixadas na parte externa das faixas laterais, em cada lado da
rede (Diagrama3).
A parte superior das antenas estende-se 80cm acima do bordo superior da rede. As
antenas são pintadas em faixas medindo 10cm de largura, em cores contrastantes,
preferivelmente vermelha e branca.
São consideradas como parte integrante da rede e delimitam lateralmente o espaço
de cruzamento acima da rede (Diagrama 5, Regra 11.1.1). 2.5
POSTES 2.5.1
Os postes que sustentam a rede devem estar a uma distância de 0,50m a 1 m de
cada linha lateral (Diagrama 3). Eles devem ter uma altura de 2,55m e devem ser
preferencialmente ajustáveis. Para
todas as Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, os postes de sustentação
da rede devem estar colocados a 1 m de distância da linha lateral, salvo por
acordo da FIVB. 2.5.2
Os postes devem ser redondos, lisos e fixados ao solo. É proibida a fixação
dos postes por meio de cabos. Toda instalação que apresente perigo ou obstáculo
deve ser eliminada. 2.6
EQUIPAMENTOS ADICIONAIS Todo equipamento
adicional é determinado pelos regulamentos da FIVB.
3.
BOLAS 3.1
CARACTERÍSTICAS
A bola deve ser esférica, sendo sua capa feita de couro flexível e a câmara
interior feita de borracha ou material similar.
Sua cor deve ser uniforme e clara ou uma combinação de cores.
O material sintético e a combinação de cores das bolas usadas nas competições
internacionais oficiais devem obedecer os padrões da FIVB.
A circunferência deve ser de 65 cm a 67 cm e o peso de 260g a 280g.
A pressão interna deve ser de 0,30 kg/cm² a 0,325 kg/cm² (294,3 mbar a 318,82
mbar ou hPa) ou 0,423 lbs a 0,456 lbs. .2
UNIFORMIDADE DAS BOLAS
Todas as bolas usadas em uma partida devem ter as mesmas características no que
diz respeito à circunferência, peso, pressão, tipo, cor, etc. As Competições
Mundiais e Oficiais da FIVB, bem como os Campeonatos Nacionais ou de Ligas devem
ser jogados com bolas aprovadas ou pelo menos de acordo com a FIVB. 3.3
SISTEMA DE TRÊS BOLAS Nas Competições
Mundiais e Oficiais da FIVB, devem ser usadas três bolas. Neste caso, seis
boleiros ficam assim dispostos: um em cada ângulo da zona livre e um atrás de
cada árbitro (Diagrama 10). Capítulo
2
PARTICIPANTES 4.
EQUIPES 4.1
COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES 4.1.1
Uma equipe é constituída de no máximo 12 jogadores, um técnico, um
assistente técnico, um preparador físico e um médico. Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB o médico deve ser credenciado pela
FIVB e nas nacionais pela CBV. 4.1.2
Cada equipe tem a opção de registrar, dentro da lista final de 12 jogadores, 1
jogador específico para a defesa “Libero”
( Regra 8.5) 4.1.3
Um dos jogadores, exceto o Libero, é o capitão da equipe e como tal deve estar
indicado na súmula do jogo. 4.1.4
Somente os jogadores registrados na súmula podem entrar na quadra e participar
do jogo. Após o capitão da equipe e o técnico terem assinado a súmula, o
registro dos jogadores não pode mais ser mudado. 4.2
LOCALIZAÇÃO DOS PARTICIPANTES 4.2.1
Os jogadores que não estão jogando devem permanecer sentados no banco ou em
sua área de aquecimento (Regra 1.4.4). O
técnico ( Regra 5.2.3) e os outros membros da equipe devem estar sentados no
banco, mas podem deixá-lo temporariamente.
Os bancos das equipes ficam localizados em cada lado da mesa do apontador, fora
da zona livre (Diagrama 1). 4.2.2
Somente aos membros integrantes da equipe é permitido sentar no banco de
reservas durante o jogo e participar do aquecimento (Regra 4.1.1).
4.2.3
Os jogadores que não estão jogando, podem realizar aquecimento sem bola como
segue: 4.2.3.2
durante os tempos técnicos e de descanso: na zona livre atrás das suas quadras
de jogo. 4.2.4 Durante os
intervalos dos sets, os jogadores podem fazer aquecimento usando bola dentro da
zona livre. 4.3
UNIFORME O uniforme dos
jogadores consiste em camisa, calção, meias e tênis. 4.3.1
A cor e o feitio das camisas, calções e meias devem ser uniformes, ( exceto o
“Libero” Regra 8.5) e limpos para todos da mesma equipe. 4.3.2
O tênis deve ser leve e flexível, com sola de borracha ou de couro, sem salto. Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB categoria adulta, a cor dos tênis
também deve ser igual para todos os jogadores de uma mesma equipe, podendo a
cor do logotipo do fabricante ser diferente. As camisas e calções devem
atender os padrões da FIVB. 4.3.3
As camisas dos jogadores devem estar
numeradas de 1 a 18. 4.3.3.1)
O número deve ser colocado no centro das camisas, tanto na frente quanto nas
costas. A cor e o brilho dos números devem contrastar com a cor e o brilho das
camisas. 4.3.3.2)
Os números devem medir no mínimo 15cm de altura no peito e 20cm de altura nas
costas. A fita que forma os números deve ter no mínimo 2cm de largura. Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB os números dos jogadores serão
repetidos na perna direita do calção.
O número terá 4 a 6 cm de altura e a fita que forma o número deve ser
de no mínimo 1cm de largura. 4.3.4
O capitão da equipe é identificado por uma tarja em sua camisa, de 8cm x 2cm
colocada no peito, abaixo do número. 4.3.5
É proibido o uso de uniformes de cor diferente dos demais jogadores (Regra
4.3.1) (exceto o Libero – Regra 8.5) e/ou sem numeração oficial (Regra
4.3.3) 4.4
TROCA DE UNIFORME O
primeiro árbitro pode autorizar um ou mais jogadores:
4.4.1) a jogar descalço; 4.4.3) a jogar com
agasalhos, em climas frios, desde que sejam da mesma cor e feitio para toda a
equipe (exceto o Libero) e numerados de acordo com a Regra 4.3.3. 4.5
OBJETOS PROIBIDOS 4.5.1
É proibido o uso de objetos que possam causar lesões ou proporcionar alguma
vantagem ao jogador. 4.5.2
Os jogadores podem usar óculos ou lentes por sua própria conta e risco.
5.
RESPONSÁVEIS PELAS EQUIPES O capitão
da equipe e o técnico são responsáveis pela conduta e disciplina de todos os
membros de sua equipe. O Libero não pode ser o capitão. 5.1
CAPITÃO 5.1.1
ANTES DO INÍCIO DO JOGO, o capitão da equipe assina a súmula do jogo e
representa sua equipe no sorteio. 5.1.2
Enquanto na quadra, DURANTE O JOGO, o capitão da equipe é o capitão no jogo.
Quando o capitão da equipe não estiver na quadra, o técnico ou o próprio
capitão da equipe, deve designar outro jogador na quadra, que não seja o
Libero, para assumir as funções de capitão no jogo.
Este capitão no jogo será o responsável pela equipe, até que ele seja
substituído ou o capitão da equipe retorne à quadra ou o set termine.
Quando a bola estiver fora de jogo, somente o capitão no jogo está autorizado
a falar com os árbitros. 5.1.2.1)
solicitar explicações na aplicação ou interpretação das regras e submeter
aos árbitros os pedidos e perguntas de seus colegas de equipe. Caso a explicação
não o satisfaça, ele deve, imediatamente, comunicar ao primeiro árbitro que
se reserva o direito de ter o seu desacordo registrado na súmula como protesto
oficial ao final do jogo (Regra 23.2.4); 5.1.2.2)
pedir autorização para: -
trocar de uniforme; -
verificar as posições das equipes; -
verificar o piso, rede, bola etc. 5.1.2.3)
solicitar tempos para descanso e substituições (Regra16.2.1). 5.1.3
NO FINAL DO JOGO, o capitão da equipe: 5.1.3.1)
agradece aos árbitros e assina a súmula para ratificar o resultado; 5.1.3.2)
Se ele/ela ( ou o substituto, capitão na quadra de jogo ) previamente expressou
algum desacordo ao 1º árbitro, este desacordo
pode ser confirmado e registrado na súmula como um protesto oficial (Regra
5.1.2.1). TÉCNICO 5.2.1
Durante todo o jogo, o técnico dirige sua equipe fora da área de jogo. Ele
decide a formação inicial, as substituições e solicita os tempos de descanso
para dar suas instruções. Nas suas funções, seu contato oficial é com o
segundo árbitro. 5.2.2
ANTES DO JOGO, o técnico registra ou confere os nomes e números de seus
jogadores colocados na súmula e assina em seguida. 5.2.3
DURANTE O JOGO, o técnico: 5.2.3.1)
antes de cada set, entrega ao apontador ou ao segundo árbitro, o formulário de
ordem de saque devidamente preenchido e assinado; 5.2.3.2)
senta-se no banco de sua equipe o mais próximo possível do apontador, podendo
deixá-lo; 5.2.3.3)
solicita tempos de descanso e substituições; 5.2.3.4)
pode, assim como os outros membros da equipe, dar instruções aos jogadores na
quadra de jogo. O técnico pode dar instruções quando estiver em pé
ou andando dentro da zona livre, em frente ao banco da sua equipe, na extensão
desde a linha de ataque até a área de aquecimento, sem perturbar ou
retardar o jogo. 5.3
ASSISTENTE
TÉCNICO 5.3.1
O assistente técnico senta-se no banco de sua equipe mas não tem o direito de
intervir no jogo. Capítulo
3
FORMATO DO JOGO 6.
PARA MARCAR UM PONTO, VENCER UM SET E O JOGO 6.1
PARA MARCAR UM PONTO 6.1.1 Faltas no
jogo Toda ação de
jogo de uma equipe contrária a estas Regras ou que resulte em sua violação é
uma falta de jogo e deve ser apitada por um dos árbitros. Os árbitros julgam
as faltas e determinam a penalização conforme estas Regras: 6.1.1.1)
Se duas ou mais faltas são cometidas sucessivamente, somente a primeira é
considerada; 6.1.1.2)
Se duas ou mais faltas são cometidas simultaneamente, por dois adversários,
considera-se uma FALTA DUPLA e o rally é repetido. 6.1.2
Conseqüência de uma falta A
conseqüência de uma falta é a perda do rally. 6.1.2.1)
se o adversário da equipe que efetuou o saque, comete uma falta, a equipe que
sacou ganha um ponto e continua a sacar; 6.1.2.2)
se a equipe que sacou comete uma falta, a equipe que recebeu o saque ganha um
ponto e o direito de sacar. 6.2
PARA VENCER UM SET Um set (exceto o
decisivo – 5º set ) é ganho pela equipe que primeiro atingir 25 pontos com
uma diferença mínima de dois pontos em relação à outra equipe. Em caso de
empate em 24 pontos, o jogo continua até que uma diferença de dois pontos seja
atingida (26 – 24, 27 – 25). 6.3
PARA VENCER UM JOGO 6.3.1
Um jogo é ganho pela equipe que vencer três sets. 6.3.2
Caso haja empate ( 2 – 2 ) em sets, um set decisivo (5º) é jogado de 15
pontos com um mínimo de 2 pontos de diferença. 6.4
DESISTÊNCIA E EQUIPE INCOMPLETA 6.4.1
Se uma equipe recusar-se a jogar, tendo sido convocada, é declarada desistente
e perde o jogo, com o resultado final de 0 - 3 e de 0 - 25 para cada set. 6.4.2
A equipe que, sem uma razão justificável, não estiver presente na quadra de
jogo no horário determinado, é declarada ausente e o jogo tem o mesmo
resultado que o citado na Regra 6.4.1. 6.4.3
Uma equipe que é declarada INCOMPLETA para um set ou um jogo (Regra 7.3.1.a)
perde o set ou o jogo. São atribuídos à equipe adversária os pontos, ou os
pontos e os sets necessários para vencer o set ou o jogo. A equipe incompleta
conserva os pontos e os sets que conquistou. 7.
ESTRUTURA DO JOGO 7.1
O SORTEIO
Antes do jogo, o primeiro árbitro realiza um sorteio para decidir quem executa
o primeiro saque e qual o lado da quadra das equipes no primeiro set.
Um novo sorteio é realizado antes de um set decisivo. 7.1.1
O sorteio é realizado na presença dos dois capitães das equipes. 7.1.2
O vencedor do sorteio escolhe: ou
7.1.2.1)
o direito de sacar ou de receber o saque, ou 7.1.2.2)
o lado da quadra. O
perdedor fica com a alternativa restante. 7.1.3
No caso de aquecimentos consecutivos, a equipe que tem o direito ao primeiro
saque deve também aquecer-se primeiro na rede. 7.2
AQUECIMENTO 7.2.1
Antes do início do jogo, cada equipe pode aquecer-se na rede por 3 minutos,
caso tenham tido à sua disposição uma quadra para aquecimento, caso contrário,
cada equipe tem 5 minutos. 7.2.2
Se ambos os capitães concordarem em ter o aquecimento em conjunto, as equipes
podem utilizar a rede por 6 ou 10 minutos, de acordo com a Regra 7.2.1. 7.3
FORMAÇÃO DAS EQUIPES 7.3.1
Cada equipe deve ter sempre seis jogadores na quadra de jogo. 7.3.1.1)
O formulário com a posição inicial, indica a ordem de saque dos jogadores na
quadra. Esta ordem deve ser mantida até o final do set. 7.3.1.2)
Quando uma equipe usa a opção de registrar um jogador Libero (Regra 8.5) o número
do Libero deverá estar , também, indicado no formulário de ordem de saque do
1º set, junto com os números dos 6 jogadores iniciais. 7.3.2
Antes do início de cada set, o técnico deve apresentar a formação inicial de
sua equipe através do formulário de ordem de saque. Este formulário,
preenchido e assinado, é entregue ao segundo árbitro ou ao apontador. 7.3.3
Os jogadores que não estiverem mencionados no formulário de ordem de saque
para o set são os substitutos para este mesmo set. 7.3.4
Após ser entregue a ordem de saque ao segundo árbitro ou ao apontador, nenhuma
troca é permitida sem que haja uma substituição normal. 7.3.5
- Discrepâncias entre a ordem de saque e a posição dos jogadores na quadra; 7.3.5.1)
Quando uma discrepância é descoberta, antes do início do set, a posição dos
jogadores deve ser retificada de acordo com o formulário de ordem de saque.
Nenhuma penalidade é aplicada. 7.3.5.2)
Quando, antes do início do set, um ou mais jogadores na quadra não estão
relacionados no formulário de ordem de saque, estes jogadores devem ser
trocados conforme o formulário. Nenhuma penalidade é aplicada. 7.3.5.3)
Todavia, se o técnico quiser continuar com este(s) jogador(es) na quadra, deve
solicitar a(s) substituição(ões) regulamentar(es) que será(ão) então
registrada(s) na súmula do jogo. 7.4
POSIÇÕES No
momento em que a bola é golpeada pelo sacador, cada equipe deve estar
posicionada dentro da sua própria quadra (exceto o sacador) conforme a ordem de
saque. 7.4.1
As posições dos jogadores estão assim numeradas: 7.4.1.1)
Os três jogadores colocados ao longo da rede formam a linha de ataque e ocupam
as posições 4(ataque - esquerda), 3(ataque - centro) e 2(ataque - direita); 7.4.1.2)
Os outros três jogadores que formam a linha de defesa ocupam as posições
5(defesa - esquerda), 6(defesa - centro) e 1(defesa - direita). 7.4.2
Posição relativa entre os jogadores: 7.4.2.1)
Cada jogador da linha de defesa deve estar posicionado mais afastado da rede que
o jogador correspondente da linha de ataque; 7.4.2.2)
Os jogadores do ataque e da defesa, respectivamente, devem estar posicionados
lateralmente conforme a Regra 7.4.1. 7.4.3
As posições dos jogadores são determinadas e controladas de acordo com a
colocação de seus pés no solo, como segue (Diagrama 4): 7.4.3.1)
cada jogador da linha de ataque deve ter, pelo menos, uma parte de seu pé mais
perto da linha central que os pés do jogador correspondente da linha de defesa; 7.4.3.2)
cada jogador lateral direito (ou esquerdo) deve ter, pelo menos, parte de seu pé
mais próximo da linha lateral direita (ou esquerda) que os pés do jogador do
centro da sua linha. 7.4.4
Após o saque ser realizado, os jogadores podem se deslocar e ocupar qualquer
posição dentro da sua própria quadra e na zona livre. 7.5
FALTAS DE POSIÇÃO 7.5.1
Uma equipe comete falta de posição, se um dos jogadores não está em sua posição
correta no momento em que a bola é golpeada pelo sacador (Regras 7.3 e 7.4). 7.5.2
Caso o sacador cometa uma falta no saque (Regras 13.4 e 13.7.1) no momento de
golpear a bola, sua falta prevalece sobre uma falta de posição. 7.5.3
Se, após golpear a bola, o saque tornar-se faltoso (Regra 13.7.2), é a falta
de posição que será considerada. 7.5.4
Uma falta de posição acarreta as seguintes conseqüências: 7.5.4.1)
a equipe é sancionada com a perda do rally (Regra 6.1.2); 7.5.4.2)
as posições dos jogadores são corrigidas.
7.6
RODÍZIO 7.6.1
A ordem do rodízio é determinada pela formação inicial e controlada através
do formulário de ordem de saque, devendo ser mantida durante todo o set. 7.6.2
Quando a equipe receptora ganha o direito de sacar, seus jogadores efetuam um
rodízio, avançando uma posição, sempre no sentido dos ponteiros do relógio:
o jogador da posição 2 vai para a posição 1 para sacar, o jogador da posição
1 vai para a posição 6 etc. 7.7
FALTAS NO RODÍZIO 7.7.1
Uma falta de rodízio ocorre quando o SAQUE não é efetuado conforme a ordem de
rotação (Regra 7.6.1), acarretando as seguintes conseqüências: 7.7.1.1)
a equipe faltosa é sancionada com a perda do rally (Regra 6.1.2); 7.7.1.2)
o rodízio dos jogadores é corrigido. 7.7.2
Adicionalmente, o apontador deverá determinar o exato momento em que a falta
foi cometida e todos os pontos subseqüentes da equipe são anulados. Os pontos
da equipe adversária são mantidos. Se o momento da
falta não puder ser determinado, não se cancela nenhum ponto e a perda do
rally é a única sanção. 8.
SUBSTITUIÇÃO DE JOGADORES A substituição é o ato de
um jogador, depois de estar registrado pelo apontador, entrar no jogo para
ocupar a posição de outro jogador que sairá da quadra.
A substituição requer a autorização dos árbitros (para os
procedimentos de substituição, ver Regra 16.5). 8.1
LIMITE DAS SUBSTITUIÇÕES 8.1.1
Cada equipe pode proceder a, no máximo, 6 substituições em cada set. Um ou
mais jogadores podem ser substituídos ao mesmo tempo. 8.1.2
Em cada set um jogador da formação inicial pode deixar o jogo e retornar,
somente uma vez, para a mesma posição. 8.1.3
Um jogador reserva pode entrar no jogo somente uma vez em cada set, no lugar de
um jogador da formação inicial, mas sua substituição só pode ser feita pelo
mesmo jogador que substituiu. 8.2
SUBSTITUIÇÃO EXCEPCIONAL Quando um jogador
se lesiona ( exceto o Libero Regra 8.5.2.4) e não poder continuar jogando, ele
deve ser legalmente substituído. Caso este procedimento não seja possível, a
equipe tem o direito de fazer uma substituição EXCEPCIONAL, além dos limites
da Regra 8.1. Uma substituição
excepcional significa que qualquer jogador que não esteja dentro da quadra no
momento do acontecimento, exceto o Libero, pode entrar no jogo para substituir
esse jogador lesionado. Não é
autorizada a volta do jogador lesionado para o restante da partida. 8.3
SUBSTITUIÇÃO POR EXPULSÃO Um jogador
EXPULSO ou DESQUALIFICADO (Regras 21.3.2 e 21.3.3) deve ser substituído
legalmente. Caso este procedimento não seja possível, a equipe é declarada
INCOMPLETA (Regra 6.4.3 e 7.3.1.1). 8.4
SUBSTITUIÇÃO ILEGAL 8.4.1
Uma substituição é ilegal quando excede as limitações da Regra 8.1 (exceto
quanto ao previsto na Regra 8.2).
8.4.2
Quando uma equipe efetua uma substituição ilegal e o jogo recomeça (Regra
9.1), os seguintes procedimentos devem ser efetuados: 8.4.2.1)
é penalizada com a perda do rally (Regra 6.1.2); 8.4.2.2)
a substituição é corrigida; 8.4.2.3)
os pontos marcados pela equipe faltosa são anulados, desde o momento em que a
falta foi cometida. Os pontos marcados pela equipe adversária são mantidos. 8.5
O JOGADOR LIBERO 8.5.1
O Libero ( Regra 4.1.2) será registrado na súmula, antes do jogo, dentro da
linha especial para isto. Seu número,
também, constará na ordem de saque do 1º set ( Regra 7.3.1.2). 21.4.3
As regras específicas para o jogador Libero são: 21.4.3.1
Uniforme: O
Libero deve usar um uniforme de cor diferente, ( ou jaleco para o seu substituto
) contrastante com os outros jogadores da equipe. O uniforme do Libero pode ter
um feitio diferente (Regra 4.3.5) porém terá a numeração como o restante da
equipe. 21.4.3.2
As ações de jogo: 23
Ele está restrito a jogar como um jogador de defesa e não está
autorizado a completar um ataque de qualquer lugar ( incluindo quadra de jogo e
área livre ) se no momento do contato a bola estiver
totalmente acima do bordo superior da rede.
24
Ele não pode sacar, bloquear ou participar de uma tentativa de bloqueio.
25
Um jogador não poderá completar um toque de ataque, acima do bordo
superior da rede, se esta bola lhe tenha sido passada, pelo Libero dentro da
zona de ataque, através de um toque com os dedos. A bola poderá ser livremente
atacada se o Libero houver feito a mesma ação atrás da zona de ataque. 25.4.3.1
Troca de Jogadores: 26
As trocas envolvendo o Libero não são contadas como uma substituição
regular. Elas são ilimitadas, mas
terão que ter um “rally” entre duas trocas com o Libero.
O Libero somente pode ser trocado pelo jogador que com ele trocou. 27
As trocas somente podem acontecer antes do apito para o saque: I)
no começo de cada set depois que o 2º árbitro conferir a ordem de
saque; ou II)
quando a bola esta fora de jogo; c)
Uma troca feita após o apito autorizando o saque, não será rejeitada, mas,
será objeto para uma verbal advertência.
Subsequente demora, na troca, estará sujeita as sanções por atraso. d)
O Libero e o jogador substituto, somente, podem entrar e deixar a quadra pela
linha lateral compreendida entre as linhas de ataque e de fundo, em frente ao
banco da sua equipe. 27.4.3.1
A designação de um novo Libero: 21
No caso de uma contusão com o Libero, o treinador, com a prévia aprovação
do 1º árbitro, pode indicar, como novo Libero, um dos jogadores que não está
dentro da quadra no momento desta redesignação. O Libero lesionado não poderá
entrar para jogar o resto da partida. 22
O jogador designado para trocar o Libero lesionado permanecerá como um
Libero para o resto da partida. Capítulo
4
AÇÕES DE JOGO 9.
SITUAÇÕES DE JOGO 9.1
BOLA EM A bola está em
jogo a partir do momento do toque de saque, autorizado pelo primeiro árbitro. 9.2
BOLA FORA DE JOGO A bola está fora
de jogo a partir do momento em que uma falta é apitada por um dos árbitros; na
ausência de uma falta, no momento do apito. 9.3
BOLA “DENTRO” Considera-se a
bola “dentro” quando toca o piso da quadra de jogo, inclusive nas suas
linhas de delimitação (Regra 1.3.2). 9.4
BOLA “FORA” Considera-se a
bola “fora” quando: 9.4.1)
a parte da bola que toca o piso está totalmente fora das linhas de delimitação
da quadra; 9.4.2)
toca um objeto fora da quadra, o teto ou uma pessoa fora do jogo; 9.4.3)
toca as antenas, cabos de fixação, postes ou a própria rede, fora das faixas
laterais; 9.4.4)
ultrapassa o plano vertical da rede, total ou parcialmente, fora do espaço de
cruzamento, exceto no caso da Regra 11.1.2; 9.4.5)
cruza completamente o espaço por baixo da rede (Diagrama 5). 10.
AÇÕES DE JOGO Cada equipe deve jogar dentro
de sua área e espaço de jogo (exceto Regra 11.1.2). A bola pode, no entanto,
ser recuperada além da zona livre. 10.1
TOQUES DA EQUIPE Cada equipe tem o
direito de tocar a bola no máximo três vezes, além do toque do bloqueio
(Regra 15.4.1), para devolver a bola. Se
mais toques são utilizados, a equipe comete uma falta de “QUATRO TOQUES”. Os toques de uma
equipe incluem não somente os toques intencionais, mas também os contatos
acidentais com a bola. 10.1.1
Contatos consecutivos O
jogador não pode tocar na bola duas vezes consecutivamente (à exceção das
Regras 10.2.3, 15.2.1 e 15.4.2). 10.1.2
Contatos simultâneos Dois
ou três jogadores podem tocar a bola ao mesmo tempo. 10.1.2.1)
Quando dois (três) jogadores da mesma equipe tocam a bola simultaneamente,
considera-se como dois (três) toques (exceto quando bloqueando). Se eles tentam
atingir a bola, mas somente um consegue tocá-la, considera-se um toque. A colisão
entre os jogadores não constitui falta. 10.1.2.2)
Quando dois jogadores adversários tocam simultaneamente a bola acima da rede e
esta continua em jogo, a equipe que a recebe tem direito a outro três toques.
Se a bola cair “fora” da quadra, a falta é da equipe do lado oposto onde
ela caiu. 10.1.2.3)
Se contatos simultâneos entre jogadores oponentes resultam em “PRENDER A
BOLA” (Regra 10.2.2), considera-se uma “FALTA DUPLA” (Regra 6.1.1.2) e o
rally é repetido. 10.1.3
Toque apoiado Dentro
da área de jogo, não é permitido a um jogador apoiar-se em outro jogador ou
qualquer estrutura/objeto para alcançar a bola. Entretanto,
o jogador que estiver para cometer uma falta (como tocar a rede ou ultrapassar a
linha central etc.) pode ser auxiliado por outro companheiro de equipe para evitá-la. 10.2
CARACTERÍSTICAS DO TOQUE 10.2.1
A bola pode ser tocada com qualquer parte do corpo. 10.2.2
A bola deve ser tocada, não pode ser retida e/ou conduzida. Pode ser enviada
para qualquer direção. 10.2.3
A bola pode tocar várias partes do corpo, contanto que estes contatos ocorram
simultaneamente. Exceções: 10.2.3.1)
Contatos consecutivos (Regra 15.2.) podem ocorrer durante uma ação de bloqueio
entre um ou mais bloqueadores, contanto que estes contatos ocorram durante uma
mesma ação; 10.2.3.2)
No momento do primeiro toque de uma equipe, (Regras 10.1 e 15.4.1) a bola pode
fazer contatos consecutivos com várias partes do corpo, desde que estes
contatos ocorram durante a mesma ação. 10.3
FALTAS NO TOQUE DE BOLA 10.3.1)
QUATRO TOQUES: uma equipe toca a bola quatro vezes antes de retorná-la
para a quadra adversária (Regra 10.1). 10.3.2)
TOQUE APOIADO: um jogador apoia-se em um companheiro ou em qualquer
estrutura/objeto para tocar a bola dentro da área de jogo (Regra 10.1.3). 10.3.3)
CARREGADA: um jogador ao tocar a bola retém e/ou conduz a bola (Regra
10.2.2). 10.3.4)
DUPLO CONTATO: um jogador toca a bola duas vezes sucessivamente ou a bola
toca sucessivamente várias partes do seu corpo (Regra 10.2.3). 11.
BOLA EM DIREÇÃO À REDE 11.1
BOLA PASSANDO SOBRE A REDE 11.1.1
A bola enviada para a quadra adversária deve passar por cima da rede, dentro do
espaço de cruzamento (Diagrama 5). O espaço de cruzamento é a parte do plano
vertical da rede assim delimitado: 11.1.1.1.)
abaixo, pelo bordo superior da rede; 11.1.1.2)
lateralmente, pelas antenas e seu prolongamento imaginário; 11.1.13)
acima, pelo teto. 11.1.2
A bola que tenha cruzado o plano vertical da rede em direção à zona livre da
quadra adversária, passando, total
ou parcialmente, por fora do espaço de cruzamento, pode ser recuperada dentro
dos toques regulamentares desde que: 11.1.2.1
a quadra adversária não seja tocada pelo jogador; 11.1.2.2
a bola, quando jogada de volta, cruze novamente o plano da rede, total ou
parcialmente por fora do espaço de cruzamento e pelo mesmo lado da quadra.
A
equipe oponente não pode impedir esta ação. 11.2
BOLA TOCANDO A REDE Quando cruzando a
rede a bola pode tocá-la, (Regra 11.1.1). 11.3
BOLA NA REDE 11.3.1
Uma bola dirigida de encontro à rede pode ser recuperada dentro do limite dos 3
toques da equipe (Regra 10.1). 11.3.2
Se a bola rasga as malhas ou derruba a rede, o rally é anulado e repetido. 12.
JOGADOR NA REDE 12.1
INVASÃO POR CIMA DA REDE 12.1.1
No bloqueio, o bloqueador pode tocar a bola acima da rede no espaço do oponente,
contanto que ele/ela não interfira antes ou durante o toque de ataque do adversário
(Regra 15.3). 12.1.2
É permitido ao jogador ultrapassar as mãos por cima da rede depois do seu
toque de ataque, desde que o toque na bola tenha sido feito dentro do seu próprio
espaço de jogo. 12.2
INVASÃO POR BAIXO DA REDE 12.2.1
É permitido invadir o espaço do adversário por baixo da rede, contanto que não
interfira em sua ação de jogar. 12.2.2
Invadir a quadra adversária além da linha central: 12.2.2.1)
É permitido tocar a quadra adversária com o(s) pé(s) ou a(s) mão(s), desde
que parte do(s) pé(s) ou da(s) mão(s) permaneça(m) em contato direto com a
linha central, ou tenha(m) a projeção sobre a mesma. 12.2.2.2)
É proibido o contato de qualquer outra parte do corpo com a quadra adversária. 12.2.3
Um jogador pode entrar na quadra adversária depois que a bola estiver fora do
jogo (Regra 9.2). 12.2.4
Um jogador pode penetrar na zona livre do adversário, contanto que esta ação
não interfira no jogo do oponente. 12.3
CONTATO COM A REDE 12.3.1 O
contato com a rede ou a antena (Regra 12.4.4) não é uma falta, exceto quando
um jogador(a) toca, durante sua ação de jogo na bola ou interfira na jogada. 12.3.2 Após
tocar a bola, o/a jogador(a) pode tocar os postes, cabos ou qualquer outro
objeto fora do comprimento total da rede, contanto que esta ação não
interfira no jogo. 12.3.3 Não há
falta quando a bola enviada contra a rede e esta toca em um adversário(a). 12.4
FALTAS DO JOGADOR NA REDE 12.4.1)
Um(a) jogador(a) toca a bola ou o/a adversário(a) no espaço de jogo da equipe
contrária antes ou durante o golpe de ataque do adversário (Regra 12.1.1). 12.4.2)
Um(a) jogador(a) invade o espaço do(a) adversário(a) por baixo da rede
interferindo na ação de jogo do(a) mesmo(a) (Regra 12.2.1). 12.4.3)
Um(a) jogador(a) invade a quadra adversária (Regra 12.2.2.2). 12.4.4)
Um(a) jogador(a) toca a rede ou a antena durante sua ação de jogo na bola ou
interfere na jogada (Regra 12.3.1). 13.
SAQUE O saque é a ação de colocar
a bola em jogo pelo jogador de defesa direita posicionado na zona de saque
(Regra 13.4.1). 13.1
PRIMEIRO SAQUE DO SET 13.1.1
O primeiro saque do primeiro set, como também do set decisivo (5º), é
executado pela equipe determinada pelo sorteio (Regra 7.1). 13.1.2
Os outros sets começam com o saque da equipe que não tiver iniciado sacando no
set anterior. 13.2
ORDEM DE SAQUE 13.2.1
Os jogadores devem seguir a ordem de saque registrada no formulário de ordem de
saque (Regra 7.3.1.2). 13.2.2
Depois do primeiro saque do set, determina-se o jogador que vai sacar da
seguinte maneira: 13.2.2.1)
Quando a equipe que sacou vence o rally, o jogador que efetuou o saque (ou seu
substituto) saca novamente; 13.2.2.2)
Quando a equipe que recebeu o saque vence o rally, ganha o direito de sacar e,
antes de fazê-lo, efetua um rodízio (Regra 7.6.2).
O jogador da posição de ataque direita
( 2 ) dirige-se para a posição de defesa direita ( 1 )
para executar o saque. 21.4
AUTORIZAÇÃO PARA O SAQUE O primeiro árbitro
autoriza a execução do saque após ter verificado que as duas equipes estão
prontas para jogar e o sacador está de posse da bola. 13.4
EXECUÇÃO DO SAQUE 13.4.1 A bola
deve ser golpeada com uma das mãos ou qualquer outra parte do braço após ser
solta ou lançada ao ar com a(s) mão(s). 13.4.2
No momento em que golpeia a bola ou que salta para efetuar o saque, o sacador não
pode tocar a quadra de jogo (inclusive a linha de fundo) nem pisar fora da zona
de saque. Após
golpear a bola, o sacador pode tocar o piso fora da zona de saque ou dentro da
quadra de jogo. 13.4.3
Após o primeiro árbitro apitar autorizando o saque, o sacador tem até oito
(8) segundos para golpear a bola. 13.4.4
O saque efetuado antes do apito do árbitro é cancelado e repetido. 13.5
BARREIRA 13.5.1
Os jogadores da equipe sacadora não podem, através da formação de barreira,
individual ou coletiva, impedir os adversários de verem o sacador ou a trajetória
da bola. 13.5.2
Um jogador ou grupo de jogadores, da equipe que saca, fazem uma barreira quando
agitam os braços, saltam ou deslocam-se para os lados, quando o saque está
sendo efetuado ou ficam agrupados para encobrir a passagem da bola (Diagrama 6).
13.6
FALTAS DURANTE O SAQUE 13.6.1
Faltas no saque As
faltas abaixo acarretam uma troca de saque, mesmo que o adversário esteja fora
de posição (Regra 13.7.1). O sacador: 13.6.1.1)
viola a ordem de saque (Regra 13.2); 13.6.1.2)
não executa o saque corretamente (Regra 13.4). 13.6.2
Faltas depois do toque do saque: Depois
de ter sido tocada corretamente, considera-se uma falta de saque (exceto quando
um jogador estiver fora de posição) se a bola (Regra 13.7.2): 13.6.2.1)
toca um jogador da equipe sacadora ou não ultrapassa o plano vertical da rede
completamente através do espaço de cruzamento ( Regras 9.4.4, 9.4.5 e 11.1.1); 13.6.2.2)
cai “fora” (Regra 9.4); 13.6.2.3)
passa sobre uma barreira (Regra 13.5). 13.7
FALTAS DEPOIS DO SAQUE E FALTAS DE POSIÇÃO 13.7.1
Se o sacador comete uma falta no momento do saque ( execução imprópria, erro
no rodízio etc.) e o adversário está fora de posição, a falta do sacador é
penalizada. 13.7.2
Ao contrário, se executa o saque corretamente, mas subseqüentemente ocorre uma
falta ( vai fora, passa por cima de uma
barreira etc.), o erro de posição acontece primeiro e este é penalizado. 14.
ATAQUE 14.1
TOQUE DE ATAQUE 14.1.1
Toda ação de enviar a bola para a quadra adversária, à exceção do saque e
do bloqueio, é considerada um toque de ataque. 14.1.2
É permitido um leve toque ( “largada” ) durante a execução do toque de
ataque, se este toque for claro e a bola não for “carregada” ou
“empurrada” pela mão. 14.1.3
Um toque de ataque é completado quando a bola cruza completamente o plano
vertical da rede ou é tocada por um adversário. 14.2
RESTRIÇÕES AO TOQUE DE ATAQUE 14.2.1
Um atacante pode efetuar um golpe de ataque em qualquer altura, desde que, no
momento em que tocar a bola, esteja dentro de seu espaço de jogo (à exceção
da Regra 14.2.4). 14.2.2
Um jogador da defesa pode efetuar um ataque de qualquer altura atrás da zona de
ataque: 14.2.2.1)
se no momento da impulsão, seu(s) pé(s) não tenha(m) tocado ou ultrapassado a
linha de ataque; 14.2.2.2)
depois que tocar a bola, ele pode cair dentro da zona de ataque (Regra1.4.1). 14.2.3
Um jogador de defesa pode efetuar também um ataque na zona de ataque se, no
momento do contato com a bola, parte desta estiver situada abaixo do bordo
superior da rede (Diagrama 7). 14.2.4
Nenhum jogador pode efetuar um ataque ao saque do adversário, quando a bola
estiver na zona de ataque e totalmente acima do bordo superior da rede. 14.3
FALTAS NO TOQUE DE ATAQUE 14.3.1)
Um jogador golpeia a bola dentro do espaço de jogo da equipe adversária
( Regra 14.2.1). 14.3.2)
Um jogador golpeia a bola para “fora” (Regra 9.4). 14.3.3)
Um jogador da defesa efetua um ataque dentro da zona de ataque, estando a bola
totalmente acima do bordo superior da rede (Regra 14.2.3). 14.3.4)
Um jogador efetua um ataque ao saque adversário estando a bola dentro da zona
de ataque e totalmente acima do bordo superior da rede (Regra 14.2.4). 14.3.5)
O Libero (Regra 8.5.2.2.b) completa um toque de ataque, no momento em que a bola
está totalmente acima do bordo superior da rede. 14.3.6)
Um jogador completa um toque de ataque, acima do bordo superior da rede quando a
bola lhe foi enviada através de um toque com os dedos, pelo Libero dentro da
zona de ataque ( Regra 8.5.2.2.d). 15.
BLOQUEIO 15.1
BLOQUEAR 15.1.1
Bloquear é a ação dos jogadores, posicionados perto da rede, de interceptar a
bola vinda da quadra adversária, acima do bordo superior da rede.
Somente os jogadores do ataque podem realizar um bloqueio efetivo. 15.1.2
Tentativa de bloqueio Tentativa
de bloqueio é a ação de bloquear sem tocar na bola. 15.1.3
Bloqueio efetivo O
bloqueio é efetivo quando a bola é tocada por um bloqueador (Diagrama 8). 15.1.4
Bloqueio coletivo Bloqueio
coletivo é executado por dois ou três jogadores próximos uns dos outros e é
efetivo quando um deles toca na bola. 15.2
CONTATOS DO BLOQUEIO 15.2.1 Contatos
consecutivos (rápidos e contínuos) podem ser realizados por um ou mais
bloqueadores, desde que esses contatos ocorram durante uma mesma ação. 15.3
BLOQUEIO DENTRO DO ESPAÇO ADVERSÁRIO O jogador no
bloqueio pode colocar as mãos e braços ultrapassando a rede contanto que esta
ação não interfira no jogo do adversário.
Portanto, ele só pode tocar a bola depois que o adversário tiver concluído
seu golpe de ataque. 15.4
BLOQUEIO E TOQUES DA EQUIPE 15.4.1
O toque do bloqueio não é considerado um toque da equipe (Regra 10.1).
Consequentemente, após o toque do bloqueio, a equipe tem direito aos três
toques para retornar a bola. 15.4.2
O primeiro toque depois do bloqueio pode ser dado por qualquer jogador,
inclusive por aquele que tocou a bola durante o bloqueio. 15.5
BLOQUEIO DO SAQUE O bloqueio do
saque adversário é proibido. 15.6
FALTAS NO BLOQUEIO 15.6.1)
O bloqueador toca a bola dentro do espaço do adversário antes ou
simultaneamente ao toque de ataque do adversário (Regra 15.3). 15.6.2)
Um jogador de defesa bloqueia ou participa de um bloqueio efetivo (Regras
15.1.1, 15.1.3 e 15.1.4). 15.6.3)
Um jogador bloqueia o saque do adversário (Regra 15.5). 15.6.4)
A bola é enviada para fora pelo bloqueio (Regra 9.4). 15.6.5)
A bola é bloqueada dentro do espaço do adversário por fora das antenas. 15.6.6)
Um Libero completa ou tenta um individual ou coletivo bloqueio, ou participa em
um bloqueio efetivo (Regras 8.5.2.2.c,
15.1.2, 15.1.3 e 15.1.4). Capítulo
5
INTERRUPÇÕES E RETARDAMENTOS 16.
INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES DO JOGO As interrupções
regulamentares do jogo são os TEMPOS DE DESCANSO e as SUBSTITUIÇÕES DE
JOGADORES. 16.1
NÚMERO DE INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES Cada equipe tem
direito, no máximo, a dois “tempos de descanso” e seis
“substituições” em cada set. 16.2
PEDIDOS PARA INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES 16.2.1
As interrupções podem ser solicitadas pelo técnico ou, na sua ausência, pelo
capitão na quadra de jogo e
somente por eles. A
solicitação é feita através do sinal manual correspondente (Diagrama 11.4 e
11.5) quando a bola estiver fora de jogo e antes do apito autorizando o saque. 16.2.2
O pedido de substituição antes do início de um set é permitido e deve ser
registrado como uma substituição regulamentar deste set. 16.3
SEQÜÊNCIA DAS INTERRUPÇÕES 16.3.1
Um ou dois pedidos de tempo para descanso e um pedido de substituição de
jogador por uma ou outra equipe podem se suceder sem a necessidade de se
reiniciar o jogo. 16.3.2
Entretanto, uma equipe não está autorizada a fazer solicitações consecutivas
de substituição de jogadores durante a mesma interrupção de jogo. Dois ou
mais jogadores podem ser substituídos durante uma mesma interrupção (Regra
8.1.1). 16.4
TEMPOS DE DESCANSO E TEMPOS TÉCNICOS 16.4.1
Todos os tempos de Descanso tem 30 segundos de duração. Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, do primeiro ao quarto set, todos os
Tempos de Descanso tem 60 segundos
de duração, e somente um para cada equipe,
será permitido. Adicionalmente,
dois (2) Tempos Técnicos de 60 segundos serão aplicados automaticamente quando
atingidos o 8º e o 16 º pontos. No
set decisivo (5º) não há “Tempos Técnicos”; somente dois (2) tempos de
descanso regulamentares, de 30 segundos de duração, podem ser solicitados por
cada equipe. 16.4.2
Durante os tempos (descanso e técnico) os jogadores que estão jogando devem ir
para a área livre, próximo do seu banco.
16.5
SUBSTITUIÇÃO DE JOGADORES
(Para limitações, ver Regra 8.1)
(Para trocas envolvendo um Líbero, ver regra 8.5) 16.5.1
As substituições devem ocorrer dentro da zona de substituição (Regra 1.4.3). 16.5.2
A substituição limita-se ao tempo necessário para o seu registro na súmula e
permitir a entrada e a saída dos jogadores. 16.5.3
No momento da solicitação da substituição, o(s) jogador(es) deve(m) estar
pronto(s) para entrar, posicionado(s) próximo(s) da zona de substituição
(Regra 1.4.3). Se
esta condição não ocorrer, a substituição não é concedida e a equipe é
sancionada por retardamento do jogo (Regra 17.2). Nas
Competições Mundiais e Oficiais da FIVB e Nacionais da CBV, plaquetas
numeradas são utilizadas para facilitar as substituições. 16.5.4
Se o técnico deseja proceder a mais de uma substituição, deve sinalizar o número
de substituições no momento da solicitação. Neste caso, as substituições
devem ser sucessivas, um par de jogadores de cada vez. 16.6
SOLICITAÇÕES INDEVIDAS 16.6.1
É indevido solicitar uma interrupção: 16.6.1.1)
durante um rally, no momento ou após o apito para o saque (Regra 16.2.1); 16.6.1.2)
por um membro não autorizado da equipe (Regra 16.2.1); 16.6.1.3)
para substituir um jogador, logo após completada uma substituição anterior,
da mesma equipe e antes do jogo reiniciar-se (Regra 16.3.2); 16.6.1.4)
após ter esgotado o limite numérico dos tempos de descanso e das substituições
(Regra 16.1). 16.6.2 Qualquer
solicitação indevida, que não afetar ou retardar o jogo, deve ser rejeitada. 17.
RETARDAMENTOS DO JOGO 17.1
TIPOS DE RETARDAMENTO Toda ação imprópria
de uma equipe que não permita o reinicio do jogo constitui-se num retardamento,
entre outras: 17.1.1)
retardar uma substituição; 17.1.2)
prolongar outras interrupções após instruções para reiniciar o jogo; 17.1.3)
solicitar uma substituição ilegal (Regra 8.4); 17.1.4)
repetidas solicitações indevidas na mesma
partida (Regra 16.6.2); 17.1.5)
retardar o jogo por qualquer membro da equipe.
17.2
SANÇÕES POR RETARDAMENTO 17.2.1“Advertência
por retardamento” e “penalidade por retardamento”, são sanções
aplicadas à equipe. 17.2.1.1
As sanções por retardamento valem para toda a partida; 17.2.1.2
Toda sanção por retardamento, incluindo a advertência, é registrada na súmula.
17.2.2
O primeiro retardamento no jogo por um membro é sancionado com uma “Advertência”. 17.2.3
O segundo e os subseqüentes retardamentos, de qualquer tipo, causados por
qualquer membro da mesma equipe, na mesma partida, constituem falta e são
penalizados como “FALTA POR RETARDAMENTO”: perda do rally (Regra 6.1.2). 17.2.4
As sanções por retardamento impostas antes ou entre os sets serão aplicadas
no set seguinte. 18.
INTERRUPÇÕES EXCEPCIONAIS DO JOGO 18.1
CONTUSÃO 18.1.1
Ocorrendo um acidente grave, estando a bola em jogo, o árbitro deve parar
imediatamente o jogo e permitir a entrada na quadra da assistência médica. O
rally é repetido. 18.1.2
Caso um jogador contundido não possa ser substituído, legal ou
excepcionalmente (Regras 8.1 e 8.2), é dado um tempo de 3 minutos para que se
recupere, mas não mais de uma vez para o mesmo jogador no jogo. Caso
ele não se recupere sua equipe é declarada incompleta (Regra
6.4.3 e 7.3.1). 18.2
INTERFERÊNCIA EXTERNA Caso ocorra
alguma interferência externa durante o jogo, este deve ser interrompido e o
rally jogado novamente. 18.3
INTERRUPÇÕES PROLONGADAS 18.3.1
Quando circunstâncias imprevistas interrompem o jogo, o primeiro árbitro, o
organizador e o comitê de controle, se houver algum, decidem as medidas a serem
tomadas a fim de restabelecer as condições normais para o prosseguimento do
jogo. 18.3.2
Ocorrendo uma ou várias interrupções que não excedam um total de 4 horas: 18.3.2.1)
se o jogo é reiniciado na mesma quadra, o set interrompido deve continuar
normalmente conservando-se os mesmos pontos, jogadores e suas posições. Os
resultados dos sets anteriores são mantidos; 18.3.2.2)
se o jogo é reiniciado em outra quadra, o set interrompido é anulado. Ele é
jogado novamente, com os mesmos jogadores e a mesma ordem de saque inicial.
Os resultados dos sets anteriores são mantidos. 18.3.3
No caso de uma ou várias interrupções que excedam um total de 4 horas, o jogo
deve ser jogado novamente. 19.
INTERVALOS E TROCA DE QUADRA 19.1
INTERVALOS Todos
os intervalos entre sets têm a duração de 3 minutos. Durante
este tempo é feita a troca de quadra e o registro da formação das equipes na
súmula. O
intervalo entre o segundo e o terceiro set pode ser estendido até 10 minutos,
pelo Delegado do Jogo a pedido do organizador da competição. 19.2
TROCA DE QUADRA 19.2.1
Após cada set, as equipes trocam de quadra, exceto no set decisivo (Regra 7.1). Os
outros membros da equipe trocam de banco. 19.2.2
No set decisivo, quando uma equipe atinge 8 pontos, as equipes trocam de quadra
sem demora e as posições dos jogadores permanecem as mesmas. Se
esta troca não é efetuada quando uma equipe atinge o 8º ponto, deve ocorrer
assim que o erro for observado. O placar até o momento da troca é mantido. Capítulo
6
CONDUTA DOS PARTICIPANTES 20.
CONDUTA EXIGIDA 20.1
CONDUTA ESPORTIVA 20.1.1
Os participantes devem conhecer as “Regras Oficiais de Voleibol” e
cumpri-las. 20.1.2
Os participantes devem aceitar as decisões dos árbitros com espírito
esportivo, sem questioná-las. Em
caso de dúvida, um esclarecimento pode ser solicitado unicamente através do
capitão na quadra de jogo. 20.1.3
Os participantes devem evitar ações ou atitudes que possam influenciar as
decisões dos árbitros ou ainda encobrir faltas cometidas por sua equipe. 20.2
JOGO LIMPO (FAIR-PLAY) 20.2.1
Os participantes devem ter conduta respeitosa, cortês,
espírito esportivo e FAIR-PLAY, não somente com os árbitros, mas também
com os demais componentes da equipe de arbitragem, adversários, companheiros de
equipe e espectadores. 20.2.2
É permitida a comunicação entre os membros da equipe durante o jogo (Regra
5.2.3.4). 21.
CONDUTAS INCORRETAS E SUA SANÇÕES 21.1
CONDUTAS INCORRETAS MENORES Este tipo de
conduta não está sujeita a penalidades. É
de responsabilidade do primeiro árbitro evitar que as equipes cometam alguma
indisciplina sujeita a sanções ( Regra 21.2 ), advertindo a equipe verbalmente
ou sinalizando com as mãos, se dirigindo à equipe através do capitão na
quadra de jogo. Esta advertência
não é uma penalidade e não tem conseqüências imediatas.
Ela não deve ser registrada na súmula. 21.2
CONDUTAS INCORRETAS SUJEITAS A SANÇÕES Condutas
incorretas de um membro de equipe em relação aos oficiais, adversários,
companheiros de equipe ou público, são classificadas em 3 (três)
categorias, de acordo com a gravidade da mesma. 21.2.1
Conduta rude: ação contrária
a boas maneiras, princípios morais ou expressão de desrespeito. 21.2.2
Conduta ofensiva: difamação ou insulto com palavras ou gestos. 21.2.3
Agressão: ataque físico ou tentativa de agressão. 21.3
ESCALA DE SANÇÕES De acordo com o
julgamento do primeiro árbitro e dependendo da gravidade da ofensa, as sanções
aplicadas e registradas são: 21.4.3
Penalidade Uma
primeira conduta rude no jogo, por qualquer membro da equipe, é penalizada com
a perda do rally (Regra 6.1.2). 21.4.4
Expulsão 21.4.3.1
Um membro da equipe que é expulso não poderá participar ou intervir
pelo resto do set e deverá permanecer sentado na área atrás do banco da
equipe ( Regras 1.4.5, 5.3.2 e Diagrama 1 ), sem outras conseqüências. Um técnico
expulso perde seu direito de intervir no set e deve permanecer sentado na
cadeira de penalidade atrás do banco da equipe (Regra 1.4.5 & Diagrama 1). 21.4.3.2
A primeira conduta ofensiva cometida por um membro da equipe é
penalizada com a expulsão, sem outras conseqüências. 21.4.3.3
A Segunda conduta rude, no mesmo jogo, pelo mesmo membro da equipe é
penalizada com expulsão, sem outras conseqüências. 21.3.3
Desqualificação 21.3.3.1
O membro da equipe que for penalizado com a desqualificação deve deixar a Área
de Controle da Competição pelo resto do jogo, sem outras conseqüências. 21.3.3.2
A primeira agressão é penalizada com a desqualificação, sem outras conseqüências. 21.3.3.3
Uma Segunda conduta ofensiva no mesmo jogo, pelo mesmo membro da equipe é
penalizada com a desqualificação, sem outras conseqüências. 21.3.3.4
A terceira conduta rude no mesmo jogo, pelo mesmo membro da equipe é penalizada
coma desqualificação, sem outras conseqüências. 21.4
APLICAÇÃO
DE PENALIDADES POR CONDUTA INCORRETA. 21.4.1
Todas as penalidades por conduta incorreta são personalizadas, permanecem por
todo o jogo e são registradas na súmula. 21.4.2
A repetição da conduta incorreta pelo mesmo membro da equipe no mesmo jogo é
penalizada progressivamente, conforme Regra 21.3 e Diagrama 9 ( o jogador recebe
uma penalidade maior por cada sucessiva ofensa ). 21.4.3
Expulsão ou desqualificação em virtude de conduta ofensiva ou agressão
não necessita da ocorr6encia de outra penalidade anterior. 21.5
CONDUTA INCORRETA ANTES OU ENTRE OS SETS Qualquer
conduta incorreta ocorrida antes ou entre os sets é penalizada de acordo com a
Regra 21.3 sendo aplicada no próximo set. 21.6
CARTÕES DE PENALIDADE Advertência:
verbal ou um sinal com as mãos, sem cartão. Penalidade:
cartão amarelo Expulsão:
cartão vermelho Desqualificação:
amarelo + vermelho juntos na mesma mão 21.6.1
A desqualificação devido a uma conduta ofensiva ou agressão não requer
nenhuma sanção prévia. 21.7
CONDUTA INCORRETA ANTES E ENTRE OS SETS Qualquer conduta
incorreta ocorrendo antes ou entre os sets é sancionada de acordo com a Regra
21.2 e as sanções aplicadas no set seguinte. SEÇÃO
II -
OS ÁRBITROS, SUAS RESPONSABILIDADES E SINAIS OFICIAIS 22.
EQUIPE DE ARBITRAGEM E PROCEDIMENTOS 22.1
COMPOSIÇÃO A equipe de
arbitragem para um jogo é composta pelos seguintes oficiais: - o primeiro
árbitro - o segundo árbitro - o apontador - quatro
(dois) juizes de linha A localização
está indicada no Diagrama 10. 22.2
PROCEDIMENTOS 22.2.1
Somente o primeiro e segundo árbitros podem fazer uso do apito durante o jogo: 22.2.1.1)
o primeiro árbitro apita e sinaliza para autorizar o saque que começa o rally; 22.2.1.2)
o primeiro e/ou segundo árbitros apita(m) o final de um rally, desde que
esteja(m) certo(s) que uma falta tenha sido cometida e identificada sua
natureza. 22.2.2 Podem usar
o apito durante a interrupção do jogo para autorizar ou rejeitar solicitação
de uma equipe. 22.2.3
Imediatamente após apitar finalizando o rally, o árbitro deve indicar, através
dos sinais manuais oficiais (Regra 27.1): 22.2.3.1
Se a falta é apitada pelo 1º árbitro, ele/ela indicará: a)
a equipe que venceu o rally; b)
a natureza da falta; c)
o jogador faltoso ( se necessário ). O
2º árbitro seguirá o 1º árbitro, repetindo os sinais manuais dele. 22.2.3.2
Se a falta é apitada pelo 2º árbitro, ele/ela indicará: a)
a natureza da falta b)
o jogador faltoso ( se necessário ) c)
a equipe que venceu o rally, repetindo o gesto do 1º árbitro. Neste
caso o 1º árbitro não indicará a falta nem o jogador faltoso, mas somente a
equipe que vai sacar. 22.2.3.3
No caso de dupla falta, ambos os árbitros indicam: a)
a natureza da falta b)
o jogador faltoso ( se necessário ) c)
a equipe que saca diretamente pelo 1º árbitro.
23.
PRIMEIRO ÁRBITRO 23.1
LOCALIZAÇÃO O
primeiro árbitro desempenha suas funções sentado ou de pé na cadeira de
arbitragem colocada numa das extremidades da rede. Sua visão deve estar
aproximadamente 50 cm acima do bordo superior da rede (Diagrama 10). 23.2
AUTORIDADE 23.2.1
O primeiro árbitro dirige o jogo do início até o seu final. Ele tem
autoridade sobre todos os oficiais e membros das equipes. Durante
o jogo suas decisões são finais. Ele está autorizado a anular as decisões
dos outros oficiais se julgar que estão equivocados. O
primeiro árbitro pode, inclusive, substituir um oficial que não esteja
cumprindo corretamente suas funções. 23.2.2
O primeiro árbitro também controla o trabalho dos boleiros, limpadores
do piso e enxugadores. 23.2.3
O primeiro árbitro tem autoridade para decidir sobre qualquer assunto que
envolva o jogo, mesmo aqueles não previstos pelas Regras. 23.2.4
O primeiro árbitro não pode permitir qualquer discussão a respeito de
suas decisões. Entretanto,
por solicitação do capitão no jogo, dá uma explicação sobre a aplicação
ou interpretação da Regra em que baseou sua decisão. O
primeiro árbitro deve autorizar o capitão no jogo (imediatamente após este
ter externado o seu desacordo com a explicação dada) o direito de apresentar
um protesto oficial sobre o fato, ao final da partida (Regras 5.1.2.a e 5.1.3.
b). 23.2.5
O primeiro árbitro tem a responsabilidade de decidir, antes e durante o
jogo se a área de jogo, os equipamentos e as condições são próprias ou não
para jogar. 23.3
RESPONSABILIDADES 23.3.1
Antes do jogo o primeiro árbitro: 23.3.1.1)
inspeciona as condições da área de jogo, as bolas e os outros equipamentos; 23.3.1.2)
efetua o sorteio na presença dos capitães das equipes; 23.3.1.3)
controla o aquecimento das equipes. 23.3.2
Durante o jogo, somente o primeiro árbitro está autorizado: 23.3.2.1)
aplicar advertências as equipes; 23.3.2.2)
sancionar as condutas incorretas e retardamentos: 23.3.2.3
decidir sobre: a)
as faltas do sacador e a falta de posição da equipe sacadora, inclusive as
barreiras;
b) as faltas no toque de bola; c)
as faltas cometidas no bordo superior e acima da rede. d)
A bola que cruza o espaço inferior abaixo da rede ( Regra 9.4.5 ) 23.3.3
Ao final da partida ele/ela confere e assina a súmula. 24.
SEGUNDO ÁRBITRO 24.1
LOCALIZAÇÃO O segundo árbitro
desempenha suas funções de pé, próximo do poste, fora da quadra de jogo, no
lado oposto e de frente para o primeiro árbitro (Diagrama 10). 24.2
AUTORIDADE 24.2.1
O segundo árbitro é o assistente do primeiro árbitro, mas tem também sua própria
área de atuação (Regra 24.3). O
segundo árbitro pode substituir o primeiro árbitro, caso este fique
impossibilitado de continuar seu trabalho. 24.2.2
O segundo árbitro pode, sem fazer uso do apito, indicar as faltas fora de sua
competência, porém não deve insistir junto ao primeiro árbitro. 24.2.3
O segundo árbitro controla o trabalho do apontador. 24.2.4
O segundo árbitro controla os membros das equipes que estão no banco de
reservas e informa ao primeiro árbitro sobre qualquer conduta incorreta. 24.2.5
O segundo árbitro controla os jogadores na área de aquecimento (Regra 4.2.3). 24.2.6
O segundo árbitro autoriza as interrupções, controla suas durações e
rejeita solicitações indevidas. 24.2.7
O segundo árbitro controla o número de tempos de descanso e substituições
usados por cada equipe e informa o segundo tempo e a quinta e sexta substituições
ao primeiro árbitro e ao técnico solicitante. 24.2.8
No caso de contusão de um jogador, o segundo árbitro autoriza a sua substituição
excepcional (Regra 8.2) ou permite um tempo de 3 minutos para sua recuperação
(Regra 18.1.2). 24.2.9
O segundo árbitro controla as condições do piso, principalmente na área de
ataque. Durante o jogo ele controla as bolas para que estejam sempre nas condições
regulamentares. 24.2.10
O segundo árbitro supervisiona os membros das equipes nas áreas de penalidade
e informa ao 1º árbitro suas condutas incorretas ( Regra 1.4.5). 24.3
RESPONSABILIDADES 24.3.1
Antes do começo de cada set, quando da mudança de quadra no set decisivo ou
quando for necessário, o segundo árbitro controla a posição dos jogadores
para que correspondam àquela determinada no formulário de ordem de saque. 24.3.2
Durante o jogo, o segundo árbitro decide, apita e sinaliza: 24.3.2.1)
as faltas de posição da equipe receptora (Regra 7.5); 24.3.2.2)
o contato faltoso com a rede em sua parte inferior ou com a antena do seu lado
da quadra (Regra 12.3.1); 24.3.2.3)
a invasão na quadra adversária e o espaço abaixo da rede (Regra 12.2); 24.3.2.4)
as faltas de ataque ou o bloqueio dos jogadores de defesa ou do Libero (Regras
8.5.2.2, 14.3.3 e 15.6.2); 24.3.2.5)
a bola que cruza a rede por fora do espaço de cruzamento para dentro da quadra
adversário, ou toca a antena do seu lado da quadra (Regra 9.4.3 e 9.4.4); 24.3.2.6.)
o contato da bola com um objeto exterior ou com o solo quando o primeiro árbitro
não estiver em posição para ver o contato (Regra 9.4.1 e 9.4.2). 24.3.3
Ao final da partida, ele/ela assina a súmula antes do 1º árbitro. 25.
APONTADOR 25.1
LOCALIZAÇÃO O apontador
desempenha suas funções sentado à mesa situada no lado oposto, em frente ao
primeiro árbitro (Diagrama 10). 25.2
RESPONSABILIDADES O apontador anota
a súmula do jogo de acordo com as Regras cooperando com o segundo árbitro. Usa um alarme ou
qualquer outro sinal sonoro para indicar aos árbitros sobre os fatos de sua
responsabilidade. 25.2.1
Antes do jogo e de cada set, o apontador: 25.2.1.1)
registra os dados do jogo e das equipes de acordo com o procedimento em vigor e
obtém as assinaturas dos capitães das equipes e dos técnicos; 25.2.1.2)
registra a formação inicial de cada equipe conforme o formulário de ordem de
saque. Se não o receber em tempo hábil, imediatamente informa este fato ao
segundo árbitro. 25.2.1.3)
registra o número e o nome do jogador Libero. 25.2.2
Durante o jogo, o apontador: 25.2.2.1)
registra os pontos marcados e certifica-se de que o placar indica a contagem
correta dos pontos; 25.2.2.2)
controla a ordem de saque de cada equipe e informa aos árbitros sobre qualquer
erro cometido imediatamente após o saque; 25.2.2.3)
registra, controla e informa ao segundo árbitro o número de tempos de descanso
e de substituições; 25.2.2.4)
notifica aos árbitros sobre os pedidos de interrupções que não procedem; 25.2.2.5)
anuncia aos árbitros o final de cada set, o início e fim de cada Tempo Técnico
e a marcação do 8º ponto no set decisivo; 25.2.2.6)
registra as sanções; 25.2.2.7)
registra todos os outros acontecimentos conforme instruções do 2º árbitro,
i.e. substituições excepcionais (Regra 8.2), tempo de recuperação (Regra
18.1.2), interrupções prolongadas (Regra 18.3), interferência externa (Regra
18.2), etc. 25.2.3
Ao final do jogo, o apontador: 25.2.3.1)
registra o resultado final; 25.2.3.2)
nos casos de protestos, com a prévia autorização do 1º árbitro, escreve ou
permite que o capitão da equipe escreva na súmula sua versão do fato
protestado; 25.2.3.3)
após assinar a súmula obtém as assinaturas dos capitães das equipes
e dos árbitros.
26.
JUÍZES DE LINHA 26.1 LOCALIZAÇÃO Se
somente dois juízes de linha são utilizados, ficam posicionados em diagonal
nos ângulos situados à direita de cada árbitro e de 1m a 2 m do ângulo. Cada
um deles controla a linha de fundo e a linha lateral situada de seu lado
(Diagrama 10). É
obrigatório haver quatro juízes de linha nas Competições Mundiais da FIVB. Posicionam-se
de pé na área livre, de 1m a 3m de distância de cada ângulo da quadra, de
frente para cada prolongamento imaginário da(s) linha(s) sob sua
responsabilidade (Diagrama 10). 26.2
RESPONSABILIDADES Os
juizes de linha desempenham suas funções usando bandeiras ( 40cm x 40cm ) como
mostra o Diagrama 12: 26.2.1)
sinalizam a bola “dentro” ou “fora” (Regras 9.3 e 9.4), quando esta toca
o solo perto da sua linha; 26.2.2)
sinalizam o toque de bola “fora” da equipe receptora da bola; 26.2.3)
sinalizam as bolas que tocam as antenas, as bolas do saque que ultrapassam a
rede por fora do espaço de cruzamento, etc. (Regra 9.4.3 e 9.4.4); 26.2.4)
sinalizam se qualquer jogador (exceto o que está no saque) toca o piso fora da
quadra de jogo no momento do toque do saque; 26.2.5)
Os juizes de linha responsáveis pelas linhas de fundo sinalizam as faltas dos pés
do sacador (Regra 13.4.2); 26.2.6)
Atendendo à solicitação do primeiro árbitro, o juiz de linha deve repetir a
sinalização. 27.
SINAIS OFICIAIS 27.1
SINAIS MANUAIS DOS ÁRBITROS (Diagrama 11) Os
árbitros devem indicar, através dos sinais manuais oficiais, a razão do seu
apito ( a natureza da falta apitada ou o propósito da interrupção
autorizada). O sinal tem que ser
mantido por uns momentos e se é indicado com uma mão, esta mão corresponde o
lado da equipe que tenha cometido a falta ou a solicitação. 27.2
SINAIS OFICIAIS DOS JUÍZES DE LINHA (Diagrama 12)
Os juizes de linha sinalizam com
a bandeira a natureza da falta cometida, e mantendo-os por um momento.
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